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 Casa Fernando Pessoa 
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Uma casa aberta ao mundo

A arquitectura da Casa Fernando Pessoa transporta-nos ao “labirinto pessoano” e à melancolia e frieza da sua vida sentimental aqui representada pela utilização do branco.
O último quarto de Fernando Pessoa está situado no 1º piso, e encontra-se reconstituído tal como era em vida do poeta, com alguns móveis que lhe pertenceram e que o acompanharam ao longo de uma vida de mudanças de habitação – dezasseis no total. Neste quarto encontra-se a cómoda onde Fernando Pessoa terá escrito, na noite de 8 de Março de 1914, três dos seus poemas maiores: O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro, A Chuva Oblíqua, de Fernando Pessoa, e a Ode Triunfal, de Álvaro de Campos.
Encontra-se aí ainda a máquina de escrever que pertenceu a um dos escritórios onde Pessoa trabalhou como tradutor. Foi nela que Fernando Pessoa escreveu grande parte dos poemas do seu heterónimo Álvaro de Campos.
Ao longo da sua visita pode também encontrar, além de exposições temporárias e temáticas várias obras de artistas contemporâneos (Júlio Pomar, Costa Pinheiro, José de Guimarães, Bartolomeu dos Santos, Renato Cruz) ou o abat-jour planificado com desenhos e poemas de autores como Bertina Lopes, A.M. Couto Viana, Cruzeiro Seixas, David Mourão Ferreira, Fernanda Botelho, Mário Cesariny e Martins Correia.